
O passado.
Digo isso com toda a certeza que, no meu caso é o passado que esta a porta a bater.
Por que as vezes teimamos em lembrar de coisas que devemos esquecer?
Alguns diriam que é perseguição e não do passado e sim minha que vivo a perseguir o passado. Ele não me deixa. Ou melhor eu não o deixo
Gostaria de poder mata-lo dentro de mim. Sinto que isto está me matando cada dia um pouco.A tristeza e o medo me matam.
Você diria: "O medo? Mas é você que persegue seu algoz..."
O medo de magoar.
Vivo numa busca constante em achar uma formula de fazer desaparecer os erros cometidos. Alguns podem dizer que os erros são uma forma de aprendizado....eu não acho. Acho uma forma de tortura. O passado me persegue e me destrói aos poucos. Essa é a pior dor. Aquela que mata aos poucos. Por que ele não me mata de uma vez? Evitaria sofrimentos.
E sabe por que eu insisto em perseguir o passado?
Para eliminá-lo do meu futuro. E sabe o que consigo com isso? Nada. Ele destrói o meu presente.
Sei que todos sem excessão possuem um passado e é loucura querer ser diferente? Mas me sentiria aliviada sem meu passado. Aliviada.
Querem saber de uma coisa?
Eu sou feliz!!!!!!!
Aí é que mora o problema. Acho que tenho medo da felicidade e por isso vivo a procurar erros em mim. Com os erros cometidos em mãos eu posso me julgar indigna das coisas boas que tem acontecido comigo.
Não aceito, porque aceitar me dá a sensação de que estou devendo alguma coisa a Deus.
Por medo de diminuir, deixo de crescer. Por medo de chorar, deixo de rir....................
Abraços!
Minha cara Jack;
ResponderExcluirestou lendo uma das grandes obras-primas da história da humanidade. Me refiro às Confissões, escrita pelo bispo de Hipona, Santo Agostinho.
Num de seus livros (pois ele divide as Confissões em livros), ele diz que o passado e o futuro não existem. Mais afundo ainda ele diz que o próprio presente não existe, isso porque se formos dividindo o tempo em unidades cada vez menores, veremos que o presente dura uma unidade tão insignificante que é complicado notarmos sua presença: podemos dizer que 2009 é nosso ano presente, porém esse 2009 se divide em 12 meses. Podemos dizer que setembro é nosso mês, mas esse se divide em dias: podemos dizer que hoje é primeiro de setembro, mas esse hoje se divide em horas, que se dividem em minutos, que se dividem em segundos, e esses em parcelas cada vez menos duradora.
Notamos assim que isso que chamamos de presente também é pouco real.
Assim sendo, devemos nos preocupar com aquilo que é imutável: DEUS.
Ainda sim, reconheço que muitas vezes a culpa por aquilo que fizemos ou deveríamos ter feito nos assombra, e ao invés de usarmos isso para mudar nossas ações futuras, acabamos por viver reféns de algo, que como disse Santo Agostinho não existe.
Devemos pautar nossa vida sempre buscando aquele que não passa, aquele que não muda. Devemos procurar o criador do tempo, para o qual mil anos são como um dia. Lançando mãos das coisas terrenas, devemos buscar as coisas eternas.
Por fim, queria lembrar de uma frase, também de Santo Agostinho: "Somente a Deus devemos nossa consciência. Ao próximo, o amor".
oi jack não achei seu e-mail,pois eu tenho algumas duvidas em relação a sua reposta de creche.
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